
Apesar de ser uma equipe que irá andar no fundo do grid (com a saída da Hispania, é provável que a Marussia herde o incômodo posto de pior time da F1) essa vaga aberta deve gerar disputas entre diversos pilotos, uma vez que as brigas nos outros times parecem mais restritas. Além de alguns pilotos da GP2 que tentam chegar à F1, como o caso do brasileiro Luiz Razia, que deve ser um dos postulantes, outros como Vitaly Petrov, Bruno Senna ou mesmo Heikki Kovalainen podem aparecer como candidatos.
Nesse caso, o fator dinheiro - como sempre - será fundamental. Quem tiver mais verba à oferecer, terá vantagem na disputa. É assim que as coisas têm sido nos últimos tempos, especialmente nas equipes de orçamento limitadíssimo. Nada que não saibamos.
Quanto a Timo Glock, seu futuro será longe da F1. O próprio já confirmou que testará pelo time da BMW na DTM, o que sinaliza o fim de seu ciclo na F1, após duas passagens sem muito brilho e com poucos resultados expressivos na categoria. Sinceramente, não fará falta.
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