
Para o tiozinho, que já quis implantar um sistema de medalhas na categoria, isso tornaria a disputa mais interessante. Cada piloto teria uma cota de utilização desses atalhos e poderiam ser usados a qualquer momento.

Para o italiano, medidas como essa não são benéficas, pois a F1 é um esporte e não um jogo. Para se melhorar o espetáculo, seria necessário que os carros ficassem mais juntos, disputando as posições roda-a-roda e não inventando novas regras.
Já o campeão de 2009 se preocupa com a questão de segurança. Para ele, criar novos pontos em circuitos pode tornar sua utilização perigosa.
Concordo com ambos. Criar regras mirabolantes não vai ajudar em nada a categoria. Como bem disse o Trulli, isso é um esporte e não um video-game. E essa ideia tem até um quê de contradição: Por que permitir ultrapassagens por pontos diferentes da pista e não as premitir em parada de boxes, usando estratégias diferentes de combustíveis? As duas coisas são iguais já que ambas não aconteceriam no traçado...
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