
Particularmente, sou fã de Loeb. Quando comecei a acompanhar o WRC de verdade, ele já se encaminhava para o tri, em 2006. Quando comecei a escrever, ele conquistou o hexa. Ou seja, me acostumei a ver o francês que monopolizou os títulos nos últimos seis anos.

Sua atitude seria inteligente também. Pararia no auge e não com a carreira em declínio. Nesse ano, caminha a passos largos para o hepta. E é favorito para conquistar o octa em 2011. Não há duvidas.
Uma aposentadoria de Loeb significa uma perda um ganho para o WRC. A categoria perde um gênio. Mas vai ganhar em disputas, com uma nova geração de pilotos talentosos e que sonham com a glória. Um ciclo se encerra e outro se inicia.
Foto: Autosport.com
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